Pense nisso!!!
"Se a educação sozinha não transforma a
sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda".
"Não é no silêncio que
os homens se fazem, mas na palavra, no trabalho, na
ação-reflexão".
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Resumo da Assembléia dos professores da Rede Municipal de Simão Dias em 02/12/2009
Hoje pela manhã, os professores da Rede Municipal de ensino de Simão Dias-SE, reuniram-se em Assembléia onde a pauta principal foi discutir os encaminhamentos para implantação do Piso Salarial e passar os informes sobre as discussões em torno da adequação do Plano de Carreira e Estatuto.
Na oportunidade a categoria foi informada também sobre a audiência que acontecerá no dia 10 de dezembro, às 11horas da manhã, no Tribunal de Justiça entre o Sintese, a Administração Municipal e Desembargadora Aparecida Gama.
Também foram feitos esclarecimentos sobre as reposições das aulas da Greve.
Ficou deliberado que:
Escrito por Claúdia Patrícia
Na oportunidade a categoria foi informada também sobre a audiência que acontecerá no dia 10 de dezembro, às 11horas da manhã, no Tribunal de Justiça entre o Sintese, a Administração Municipal e Desembargadora Aparecida Gama.
Também foram feitos esclarecimentos sobre as reposições das aulas da Greve.
Ficou deliberado que:
- por ocasião da audiência no TJ, no dia 10 de dezembro será PARALISAÇÃO na Rede Municipal, para que todos os professores façam vigília na Assembléia Legislativa e no Tribunal de Justiça;
- o Sintese deverá protocolar no Munistério Público solicitação de audiência pública entre Sintese/Prefeitura/Ministério Público para discutir os problemas e irregularidades da Educação no Município;
- na próxima segunda-feira, dia 07 de dezembro de 2009, haverá nova assembléia dos professores quando será discutida a proposta de tabela salarial com a implantação do Piso, inclusive para 2010;
- fica decretado estado de assembléia permanente e, portanto os professores devem estar atentos às convocações.
OBSERVAÇÃO: Todos os professores devem divulgar e participar da vigília que acontecerá paralela à audiência no dia 10.
SINTESE: Somos muitos, somos fortes!
Escrito por Claúdia Patrícia
ESCLARECIMENTO sobre a reposição das aulas da greve dos professores Simão Dias-SE
Diante do exposto no texto postado no Blog Política Simãodiense, torna-se necessário alguns esclarecimentos:
• Existe sim um calendário alternativo, para reposição das aulas da greve dos professores e este está disponível em todas as Escolas. Queremos enfatizar apenas que foi uma construção da Secretaria de Educação sem participação dos representantes dos professores como havia sido anunciado pela Administração;
• O referido calendário, como o próprio nome já diz, é alternativo. Trata-se de um prazo limite para que todos os professores façam as suas reposições.
• A existência do calendário não impede que, aqueles que tiverem disposição de tempo, que os alunos estiverem de acordo e que a Escola tenha sala disponível em turno oposto ou no sábado possam ir adiantando as reposições;
• O Sintese reivindicou junto à Secretaria de Educação que os critérios adotados para a reposição das aulas da greve fossem os mesmos de qualquer outras faltas que os professores ou professoras possam ter tido (antes ou depois da greve). O contrário a isso pareceria perseguição.
• A Secretaria reconheceu apenas que os critérios de reposição devem ser os mesmos em qualquer situação. Portanto, não se trata de fazer média com os professores;
• Para esclarecer quanto a esses critérios, a Secretaria promoveu uma reunião com todos os diretores e com participação da Comissão do Sintese. Portanto, podemos afirmar que em nenhum momento foi dito que era para pagar as aulas de qualquer jeito até dezembro;
• Na reunião referida anteriormente, a Comissão do Sintese reforçou que da mesma forma que não admitimos que nenhum professor durante a greve lecionasse para menos de 50% da turma isso se aplica também para as reposições;
• O agendamento das reposições é feito com a direção de cada Escola dentro da sua realidade;
• É importante frisar que muitas vezes os próprios alunos preferem que em alguns dias da semana seja feita a reposição no turno oposto para que concluam o ano letivo mais cedo do que o previsto;
• Se algum diretor afirma que essas reposições estão sendo feitas de qualquer jeito ou não estão acontecendo, penso que está assinando a sua incompetência, pois cabe a ele, enquanto gestor, fazer esse controle;
• Nos casos que não for possível repor as aulas em turno oposto ou no sábado, terão o prazo estabelecido no calendário alternativo. Portanto, pode até ser que algumas turmas ou disciplinas encerrem o ano letivo em dezembro, mas isso não é regra;
• A greve é um direito dos professores, assim como a reposições das aulas é direito dos alunos. Em momento algum os professores abriram mão disso e, creio que nem a Secretaria de Educação;
• Como já foi dito antes, se existe alguma irregularidade nesse sentido é com conivência da direção da Escola e realmente deve ser denunciada.
Escrito por Cláudia Patrícia Silva de Santana (coordenadora da Sub-Sede Centro-Sul do Sintese)
• Existe sim um calendário alternativo, para reposição das aulas da greve dos professores e este está disponível em todas as Escolas. Queremos enfatizar apenas que foi uma construção da Secretaria de Educação sem participação dos representantes dos professores como havia sido anunciado pela Administração;
• O referido calendário, como o próprio nome já diz, é alternativo. Trata-se de um prazo limite para que todos os professores façam as suas reposições.
• A existência do calendário não impede que, aqueles que tiverem disposição de tempo, que os alunos estiverem de acordo e que a Escola tenha sala disponível em turno oposto ou no sábado possam ir adiantando as reposições;
• O Sintese reivindicou junto à Secretaria de Educação que os critérios adotados para a reposição das aulas da greve fossem os mesmos de qualquer outras faltas que os professores ou professoras possam ter tido (antes ou depois da greve). O contrário a isso pareceria perseguição.
• A Secretaria reconheceu apenas que os critérios de reposição devem ser os mesmos em qualquer situação. Portanto, não se trata de fazer média com os professores;
• Para esclarecer quanto a esses critérios, a Secretaria promoveu uma reunião com todos os diretores e com participação da Comissão do Sintese. Portanto, podemos afirmar que em nenhum momento foi dito que era para pagar as aulas de qualquer jeito até dezembro;
• Na reunião referida anteriormente, a Comissão do Sintese reforçou que da mesma forma que não admitimos que nenhum professor durante a greve lecionasse para menos de 50% da turma isso se aplica também para as reposições;
• O agendamento das reposições é feito com a direção de cada Escola dentro da sua realidade;
• É importante frisar que muitas vezes os próprios alunos preferem que em alguns dias da semana seja feita a reposição no turno oposto para que concluam o ano letivo mais cedo do que o previsto;
• Se algum diretor afirma que essas reposições estão sendo feitas de qualquer jeito ou não estão acontecendo, penso que está assinando a sua incompetência, pois cabe a ele, enquanto gestor, fazer esse controle;
• Nos casos que não for possível repor as aulas em turno oposto ou no sábado, terão o prazo estabelecido no calendário alternativo. Portanto, pode até ser que algumas turmas ou disciplinas encerrem o ano letivo em dezembro, mas isso não é regra;
• A greve é um direito dos professores, assim como a reposições das aulas é direito dos alunos. Em momento algum os professores abriram mão disso e, creio que nem a Secretaria de Educação;
• Como já foi dito antes, se existe alguma irregularidade nesse sentido é com conivência da direção da Escola e realmente deve ser denunciada.
Escrito por Cláudia Patrícia Silva de Santana (coordenadora da Sub-Sede Centro-Sul do Sintese)
sábado, 14 de novembro de 2009
IX SEMANA DE HISTÓRIA DA UFS: 80 ANOS DOS ANNALES
MINI CURSO: HISTÓRIA E HISTORIOGRAFIA DA EDUCAÇÃO
CARGA HORÁRIA: 12HS
MINISTRANTES: Kleber Luiz G. M. de Souza (NPGED/UFS)1
João Paulo Gama Oliveira (NPGED/UFS)2
Programação/ conteúdos:
Dia: 24/11/2009
1. Uma breve história da História da Educação;
1.1 De uma história da pedagogia a uma história da Educação.
2. A historiografia educacional brasileira: disciplina e campo de pesquisa.
2.1. As três fases da historiografia educacional brasileira
2.2. A atual produção em História da Educação
Dia: 25/11/2009
1.Novos temas e objetos em História da Educação.
1.1. A história das disciplinas escolares
1.2. A cultura escolar como objeto histórico
Dia 26/11/2009
1. A Historiografia educacional sergipana.
1.1. Os pioneiros: José Calasans, Nunes Mendonça e Maria Thétis Nunes
1.2. A produção acadêmica.
1.3. Uma crítica aos estudos sergipanos em História da Educação
CARGA HORÁRIA: 12HS
MINISTRANTES: Kleber Luiz G. M. de Souza (NPGED/UFS)1
João Paulo Gama Oliveira (NPGED/UFS)2
Programação/ conteúdos:
Dia: 24/11/2009
1. Uma breve história da História da Educação;
1.1 De uma história da pedagogia a uma história da Educação.
2. A historiografia educacional brasileira: disciplina e campo de pesquisa.
2.1. As três fases da historiografia educacional brasileira
2.2. A atual produção em História da Educação
Dia: 25/11/2009
1.Novos temas e objetos em História da Educação.
1.1. A história das disciplinas escolares
1.2. A cultura escolar como objeto histórico
Dia 26/11/2009
1. A Historiografia educacional sergipana.
1.1. Os pioneiros: José Calasans, Nunes Mendonça e Maria Thétis Nunes
1.2. A produção acadêmica.
1.3. Uma crítica aos estudos sergipanos em História da Educação
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
GRAVAÇÃO DO 1º DVD DA BANDA "OS INIMIGOS DO RITMO"
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Parabéns a todos os professores e professoras!
Você sabe como surgiu o Dia do Professor?
O Dia do Professor é comemorado no dia 15 de outubro.
Mas poucos sabem como e quando surgiu este costume no Brasil.
No dia 15 de outubro de 1827 (dia consagrado à educadora Santa Tereza D’Ávila), D. Pedro I baixou um Decreto Imperial que criou o Ensino Elementar no Brasil. Pelo decreto, “todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras”. Esse decreto falava de bastante coisa: descentralização do ensino, o salário dos professores, as matérias básicas que todos os alunos deveriam aprender e até como os professores deveriam ser contratados. A idéia, inovadora e revolucionária, teria sido ótima - caso tivesse sido cumprida.
Mas foi somente em 1947, 120 anos após o referido decreto, que ocorreu a primeira comemoração de um dia dedicado ao Professor.
Começou em São Paulo, em uma pequena escola no número 1520 da Rua Augusta, onde existia o Ginásio Caetano de Campos, conhecido como “Caetaninho”. O longo período letivo do segundo semestre ia de 01 de junho a 15 de dezembro, com apenas 10 dias de férias em todo este período. Quatro professores tiveram a idéia de organizar um dia de parada para se evitar a estafa – e também de congraçamento e análise de rumos para o restante do ano.
O professor Salomão Becker sugeriu que o encontro se desse no dia de 15 de outubro, data em que, na sua cidade natal, professores e alunos traziam doces de casa para uma pequena confraternização. Com os professores Alfredo Gomes, Antônio Pereira e Claudino Busko, a idéia estava lançada, para depois crescer e implantar-se por todo o Brasil.
A celebração, que se mostrou um sucesso, espalhou-se pela cidade e pelo país nos anos seguintes, até ser oficializada nacionalmente como feriado escolar pelo Decreto Federal 52.682, de 14 de outubro de 1963. O Decreto definia a essência e razão do feriado: "Para comemorar condignamente o Dia do Professor, os estabelecimentos de ensino farão promover solenidades, em que se enalteça a função do mestre na sociedade moderna, fazendo participar os alunos e as famílias".
Fontes:
Site www.diadoprofessor.com.br
Site www.unigente.com
Site www.portaldafamilia.org
O Dia do Professor é comemorado no dia 15 de outubro.
Mas poucos sabem como e quando surgiu este costume no Brasil.
No dia 15 de outubro de 1827 (dia consagrado à educadora Santa Tereza D’Ávila), D. Pedro I baixou um Decreto Imperial que criou o Ensino Elementar no Brasil. Pelo decreto, “todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras”. Esse decreto falava de bastante coisa: descentralização do ensino, o salário dos professores, as matérias básicas que todos os alunos deveriam aprender e até como os professores deveriam ser contratados. A idéia, inovadora e revolucionária, teria sido ótima - caso tivesse sido cumprida.
Mas foi somente em 1947, 120 anos após o referido decreto, que ocorreu a primeira comemoração de um dia dedicado ao Professor.
Começou em São Paulo, em uma pequena escola no número 1520 da Rua Augusta, onde existia o Ginásio Caetano de Campos, conhecido como “Caetaninho”. O longo período letivo do segundo semestre ia de 01 de junho a 15 de dezembro, com apenas 10 dias de férias em todo este período. Quatro professores tiveram a idéia de organizar um dia de parada para se evitar a estafa – e também de congraçamento e análise de rumos para o restante do ano.
O professor Salomão Becker sugeriu que o encontro se desse no dia de 15 de outubro, data em que, na sua cidade natal, professores e alunos traziam doces de casa para uma pequena confraternização. Com os professores Alfredo Gomes, Antônio Pereira e Claudino Busko, a idéia estava lançada, para depois crescer e implantar-se por todo o Brasil.
A celebração, que se mostrou um sucesso, espalhou-se pela cidade e pelo país nos anos seguintes, até ser oficializada nacionalmente como feriado escolar pelo Decreto Federal 52.682, de 14 de outubro de 1963. O Decreto definia a essência e razão do feriado: "Para comemorar condignamente o Dia do Professor, os estabelecimentos de ensino farão promover solenidades, em que se enalteça a função do mestre na sociedade moderna, fazendo participar os alunos e as famílias".
Fontes:
Site www.diadoprofessor.com.br
Site www.unigente.com
Site www.portaldafamilia.org
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Alunos da E.M. "CÍCERO GUERRA" (Pov. Pastinho/ Simão Dias) participam da IX Conferência Estadual de Educação promovida pelo Sintese em Aracaju
Hoje, dia 14/09/2009 foi o primeiro dia da IX Conferência Estadual dos Trabalhadores em Educação promovida pelo Sintese. E, na abertura dos trabalhos do turno da tarde, a apresentação cultural foi do grupo "Parafusos" da E. M. Cícero Guerra, Pov. Pastinho, formado pelos alunos da 6ª série e coordenado pelo professor Wellington.
O grupo nasceu a partir do projeto "Nosso Folclore" elaborado pela professora Cláudia Patrícia e executado por todos os professores da Escola. O grupo parafuso foi uma das apresentações da equipe que ficou responsável por apresentar as danças, o qual foi coordenado pelos professores Wellington e Karina.
Pela manhã, os alunos, junto com os referidos professores, aproveitaram para fazer um passeio pela capital. Visitaram a Colina Santo Antônio, o Parque da Cidade e ainda sobrou tempo para o parquinho na Treze.
É o Sintese, como sempre, valorizando a produção cultural da Escola Pública.
Confira as imagens!


















O grupo nasceu a partir do projeto "Nosso Folclore" elaborado pela professora Cláudia Patrícia e executado por todos os professores da Escola. O grupo parafuso foi uma das apresentações da equipe que ficou responsável por apresentar as danças, o qual foi coordenado pelos professores Wellington e Karina.
Pela manhã, os alunos, junto com os referidos professores, aproveitaram para fazer um passeio pela capital. Visitaram a Colina Santo Antônio, o Parque da Cidade e ainda sobrou tempo para o parquinho na Treze.
É o Sintese, como sempre, valorizando a produção cultural da Escola Pública.
Confira as imagens!
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