A nossa pretenção é colocar em pauta temáticas referentes à educação, especialmente no que se refere ao município de Simão Dias e, além disso, divulgar experiências escolares que deram certo.
terça-feira, 11 de agosto de 2009
ATENÇÃO PROFESSORES E PROFESSORAS DA REDE MUNICIPAL DE SIMÃO DIAS
O Sintese convoca todos os professores da Rede Municipal para Assembléia Geral Extraordinária nesta quarta-feira (dia 12 de Agosto), no Supletivo, a partir das 9h. Na pauta:
- Informes sobre a audiência com a Administração Municipal realizada dia 10/08/2009;
- Avaliação da Greve;
- O que ocorrer.
Divulguem e participem!
SINTESE: Somos muitos, somos fortes!
domingo, 9 de agosto de 2009
SEGUNDA-FEIRA EM SIMÃO DIAS TEM FEIJOADA DA RESISTÊNCIA
Professores e professoras, repudiem qualquer expressão de menosprezo da sua capacidade de discernimento e força de lutar pelos seus direitos. Resista! Vista a sua camisa e participe da FEIJOADA DA RESISTÊNCIA, segunda-feira, a partir das 9h, na praça da matriz.
SINTESE: Somos muitos, somos forte!
SINTESE: Somos muitos, somos forte!
Caravana dos "Sem Piso"
Em greve por tempo indeterminado, os professores da Rede Municipal de Simão Dias visitam algumas comunidades do município para dialogar com a sociedade sobre as razões da greve e, assim, pedir o apoio de todos. A caravana saiu nas manhãs e tardes de quinta e de sexta-feira (06 e 07/08/2009). Confira algumas fotos:

quarta-feira, 5 de agosto de 2009
SIMÃO DIAS:Greve dos professores continua
Reunidos em Assembléia na manhã de hoje, os professores da Rede Municipal de Simão Dias deliberaram pela continuidade da Greve, pois o prefeito ainda não acenou com nenhuma proposta para implantação do Piso Salarial.
Segunda-feira, em audiência com Joel Almeida (presidente do Sintese), os deputados Iran Barbosa e Ana Lúcia e duas representantes da comissão local do sintese, o prefeito e o secretário de Educação comprometeram-se em apresentar uma simulação de tabela que contemplasse 70% da média do que já entrou dos recursos do FUNDEB, já que o prefeito alegou que a estimativa não vem se confirmando.
O problema é que no dia seguinte, o Sintese, cumprindo o seu compromisso, elaborou uma proposta, mas ao entrar em contato com o prefeito, foi surpreendido com a notícia de que o Secretário de Educação estava em Fortaleza numa reunião da UNDIME e, portanto, não construiram nenhuma proposta. O presidente do Sintese Joel Almeida, preocupado com os transtornos causados pela falta de negociação, insistiu numa definição de data para que o município apresente alguma proposta e o prefeito disse que só teria condições na próxima segunda-feira, dia 10 de agosto.
Considerando o descaso e o desrespeito com que essa administração tem tratado não só os professores, mas toda a comunidade escolar ao descumprir os prazos combinados, tentar confundir os pais e alunos e até utilizar de ameaça para desmobilizar movimento dos professores, também foi deliberada uma agenda de atividades de luta para a qual toda a sociedade está convidada a particicipar.
A caravana dos professores sai levando uma atividade cultural e o compromisso de esclarecer a população de diversos locais do município sobre as razões que provocaram essa GREVE. A saber:
QUINTA-FEIRA
Segunda-feira, em audiência com Joel Almeida (presidente do Sintese), os deputados Iran Barbosa e Ana Lúcia e duas representantes da comissão local do sintese, o prefeito e o secretário de Educação comprometeram-se em apresentar uma simulação de tabela que contemplasse 70% da média do que já entrou dos recursos do FUNDEB, já que o prefeito alegou que a estimativa não vem se confirmando.
O problema é que no dia seguinte, o Sintese, cumprindo o seu compromisso, elaborou uma proposta, mas ao entrar em contato com o prefeito, foi surpreendido com a notícia de que o Secretário de Educação estava em Fortaleza numa reunião da UNDIME e, portanto, não construiram nenhuma proposta. O presidente do Sintese Joel Almeida, preocupado com os transtornos causados pela falta de negociação, insistiu numa definição de data para que o município apresente alguma proposta e o prefeito disse que só teria condições na próxima segunda-feira, dia 10 de agosto.
Considerando o descaso e o desrespeito com que essa administração tem tratado não só os professores, mas toda a comunidade escolar ao descumprir os prazos combinados, tentar confundir os pais e alunos e até utilizar de ameaça para desmobilizar movimento dos professores, também foi deliberada uma agenda de atividades de luta para a qual toda a sociedade está convidada a particicipar.
A caravana dos professores sai levando uma atividade cultural e o compromisso de esclarecer a população de diversos locais do município sobre as razões que provocaram essa GREVE. A saber:
QUINTA-FEIRA
- pela manhã, sai às 8h da praça da matriz;
- à tarde, sai às 14h da praça da matriz;
SEXTA-FEIRA
- pela manhã, sai às 8h da praça da matriz;
- à tarde, sai as 14h da praça da matriz;
OBSERVAÇÃO: Professor, o destino da caravana permanece o que foi discutido e deliberado em Assembléia.
E, na SEGUNDA-FEIRA
- A partir das 9h teremos apresentações culturais e a Feijoada da Resistência numa tenda montada em frente a Prefeitura.
Professores e professoras, essa luta é nossa. Vista a sua camisa e participe!
SINTESE: Somos muitos, somos forte!
terça-feira, 4 de agosto de 2009
DESTAQUE - Simão Dias: Iran apóia professores na luta pelo piso
Em greve por tempo indeterminado desde o último dia 29/07, por conta da não implantação dos 2/3 da diferença entre o piso salarial nacional e o atual vencimento dos professores de nível médio, os educadores da rede municipal de Simão Dias tem feito uma série de ações para sensibilizar a administração municipal de que o Piso é lei e que sua implantação deve ser cumprida.
Os educadores vêm aguardando que o prefeito Dênisson Déda apresente uma proposta para que a lei seja cumprida no que diz respeito à integralização dos 2/3 ao vencimento, que deveriam ser pagos já este ano. Porém, a alegação da administração municipal é de que não é possível pagar o piso conforme a lei, pois o município já extrapolou o limite de despesa com pessoal definido na Lei de Responsabilidade Fiscal.
Na segunda-feira, 03/08, o deputado federal Iran Barbosa (PT/SE), acompanhado da deputada estadual Ana Lucia (PT) e do presidente do Sintese, professor Joel Almeida; estiveram em Simão Dias para apoiar a luta dos professores do município pelo pagamento do piso da categoria, conforme determina a Lei 11.738/2008, que cria o Piso Nacional do Magistério Público. Para o parlamentar federal, diante das dificuldades apresentadas no município para a implantação do piso, o diálogo é o melhor caminho para se chegar ao entendimento.
Neste sentido, os dois parlamentares e o presidente do Sintese participaram de uma audiência com o prefeito Dênisson Deda e com o Secretário municipal de Educação, professor Marcelo. “Negociamos junto à Administração Municipal que novos cálculos e projeções devem ser feitos, com base na real arrecadação deste ano, para garantirmos o pagamento do Piso Salarial. O prefeito e o secretário apontam para a possibilidade de maiores investimentos na folha de pessoal da educação, a partir desses novos estudos, e para novas rodadas de discussões ao longo do ano”, anunciou Iran.
Projeto de Lei
Iran lembrou que, diante da posição de muitos gestores públicos, que estão utilizando o limite da Lei de Responsabilidade Fiscal para dificultar a negociação para o pagamento do piso dos professores, ele, juntamente com os deputados federais Carlos Augusto Abicalil (PT/MT) e Pedro Wilson (PT/GO), parlamentares da área da educação, apresentaram Projeto de Lei que propõe uma emenda na Lei para retirar as despesas do âmbito do Fundeb, com o pagamento de pessoal da Educação, do limite de cálculo geral de despesa com pessoal da LRF.
“Isso poderá ajudar muito não só na melhoria das condições salariais dos professores com o pagamento do piso, como também dos demais servidores”, enfatizou.
O parlamentar deixou claro, ainda, que a LRF não pode ser utilizada como forma de ameaça de demissão de servidores, já que essa possibilidade só existe, conforme a lei, como última alternativa caso a administração extrapole os seus limites de gastos com despesas de pessoal.
“É preciso que a administração faça o seu dever de casa, crie mecanismos que ampliem os recursos para o município, adote uma política condizente de arrecadação e estabeleça mecanismos que garantam a ampliação da matrícula dos alunos, o que hoje significa mais dinheiro para a educação”, explicou.
FONTE:http://www.iranbarbosa.com.br/noticias_exibir.php?noticia_id=1170
Os educadores vêm aguardando que o prefeito Dênisson Déda apresente uma proposta para que a lei seja cumprida no que diz respeito à integralização dos 2/3 ao vencimento, que deveriam ser pagos já este ano. Porém, a alegação da administração municipal é de que não é possível pagar o piso conforme a lei, pois o município já extrapolou o limite de despesa com pessoal definido na Lei de Responsabilidade Fiscal.
Na segunda-feira, 03/08, o deputado federal Iran Barbosa (PT/SE), acompanhado da deputada estadual Ana Lucia (PT) e do presidente do Sintese, professor Joel Almeida; estiveram em Simão Dias para apoiar a luta dos professores do município pelo pagamento do piso da categoria, conforme determina a Lei 11.738/2008, que cria o Piso Nacional do Magistério Público. Para o parlamentar federal, diante das dificuldades apresentadas no município para a implantação do piso, o diálogo é o melhor caminho para se chegar ao entendimento.
Neste sentido, os dois parlamentares e o presidente do Sintese participaram de uma audiência com o prefeito Dênisson Deda e com o Secretário municipal de Educação, professor Marcelo. “Negociamos junto à Administração Municipal que novos cálculos e projeções devem ser feitos, com base na real arrecadação deste ano, para garantirmos o pagamento do Piso Salarial. O prefeito e o secretário apontam para a possibilidade de maiores investimentos na folha de pessoal da educação, a partir desses novos estudos, e para novas rodadas de discussões ao longo do ano”, anunciou Iran.
Projeto de Lei
Iran lembrou que, diante da posição de muitos gestores públicos, que estão utilizando o limite da Lei de Responsabilidade Fiscal para dificultar a negociação para o pagamento do piso dos professores, ele, juntamente com os deputados federais Carlos Augusto Abicalil (PT/MT) e Pedro Wilson (PT/GO), parlamentares da área da educação, apresentaram Projeto de Lei que propõe uma emenda na Lei para retirar as despesas do âmbito do Fundeb, com o pagamento de pessoal da Educação, do limite de cálculo geral de despesa com pessoal da LRF.
“Isso poderá ajudar muito não só na melhoria das condições salariais dos professores com o pagamento do piso, como também dos demais servidores”, enfatizou.
O parlamentar deixou claro, ainda, que a LRF não pode ser utilizada como forma de ameaça de demissão de servidores, já que essa possibilidade só existe, conforme a lei, como última alternativa caso a administração extrapole os seus limites de gastos com despesas de pessoal.
“É preciso que a administração faça o seu dever de casa, crie mecanismos que ampliem os recursos para o município, adote uma política condizente de arrecadação e estabeleça mecanismos que garantam a ampliação da matrícula dos alunos, o que hoje significa mais dinheiro para a educação”, explicou.
FONTE:http://www.iranbarbosa.com.br/noticias_exibir.php?noticia_id=1170
SINTESE: Convocação de Assembléia
O Sintese convoca todos os professores da Rede Municipal de Simão Dias para Assembléia quarta-feira, dia 05 de Agosto, às 8:30h, no Supletivo.
- Informes sobre a audiência com a Administração Municipal realizda dia 03/08/2009;
- Encaminhamentos da luta pela implantação do Piso Salarial;
- Avaliação da Greve;
- O que ocorrer.
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
sábado, 1 de agosto de 2009
TEXTO DE JOEL ALMEIDA - Presidente do Sintese
Denisson e Marcelo : é preciso alterar rota!
Certamente a eleição de Denisson representou para os professores de Simão Dias um diferencial, mais que isso, uma grande esperança de que um novo modelo de administração se instalará na alvissareira Simão Dias. Os sinais disso ainda não são visíveis. No entanto, as esperanças murcharam, e o que se sobressaem nesse momento, é a decepção e a consciência de que a luta continuará, e que agora a disputa de projetos é contra dois antigos militantes da educação.
O Prefeito Denisson Deda e o Secretário de Educação Marcelo Domingos poderiam ser chamados de pioneiros. Não me lembro na história de Sergipe um município em que dois ex-militantes da luta dos trabalhadores em educação tenham tido uma oportunidade dessa monta. Em cargos estratégicos, eles demonstram uma apatia, um enorme apego ao passado, uma ausência de prioridade com a educação, e só levantam a voz e enchem os textos de palavras para atacar os professores e suas lideranças.
Não há como negar que este ano muitas prefeituras tiveram uma arrecadação menor que a do ano passado, mas que esta queda de receita vem sendo compensada com recursos do Governo Federal. É neste momento que deveria aparecer o novo: o diálogo incessante com o movimento sindical, a transparência absoluta, e o rompimento com as velhas práticas arbitrárias, de tomadas de decisões sem discussão com os interessados.
O Prefeito se reuniu com o Sintese, convenceu-se que teria que cumprir a lei do piso, definiu um percentual de comprometimento da receita de fundeb, fechou um acordo, e dias após, não se sabe se já impregnado das velhas práticas, desdisse tudo, como se ainda fosse um assessor , que precisava do aprove do grande chefe.
O principal argumento do prefeito é que o município de Simão Dias extrapolou o limite de gasto com folha de pagamento dos servidores. Mas de quais servidores o prefeito fala? Quanto eles recebem? Onde eles estão lotados? O que fazem? Por que os trabalhadores não têm acesso a essas folhas, já que elas sintetizam a causa de sua pena de morte?
O Prefeito sem discussão com os professores, resolveu também dizer que já estava pagando piso salarial, complementando a remuneração de professores de nível médio com abono salarial, semelhante ao que havia feito em Janeiro desse ano o Governador Deda. Ocorre que o próprio governador foi convencido pelos professores de que estava em ilegalidade, e acabou negociando uma proposta de piso, conforme a lei.
Ainda não tive a oportunidade, esse ano, de pessoalmente estar com Denisson e Marcelo, não creio que são conservadores, mas estão atolados em uma estrutura conservadora, que sonega informações, esconde dívidas e prejudica os trabalhadores.
O Sintese tem apresentado ao prefeito e ao secretário de educação diversas alternativas para superação de problemas encontrados na rede municipal de Simão Dias. Alternativas estas, elogiadas pelo Secretário Marcelo Domingos, que cansado de elogiar as propostas e sem praticá-las, pois não há operacionalidade lá, resolveu escrever textos, longos, bem escritos, mas que parecem uma catarse da apatia, mesclados de teses e tons filosóficos e psicológicos de como culpabilizar as lideranças sindicais pelo fracasso, até então, da gestão.
Aos meus ex-companheiros de luta sindical, desejo-lhes que alterem imediatamente a forma de administrar o município, e se despreendam do velho. As elites são implacáveis com eles próprios, imaginem com os que não são. Exemplo vivo estamos a acompanhar o do Presidente deposto de Honduras. Ele pertence a mesma elite dos que lhe depuseram, que detonaram a democracia porque Zelaia resolveu governar para os pobres, e assim foi considerado um traidor. Mas Zelaia ao menos tem os pobres para defendê-lo.
Aos meus companheiros professores e professoras de Simão Dias continuem firmes na luta, vocês estão corretos, sempre lutaram e vão continuar lutando pelo desenvolvimento da educação e da cidade que vocês residem e trabalham, e sempre vencerão, apesar dos obstáculos, os que lutam pelo bom, pelo justo, pelo melhor do mundo.
Joel Almeida
Certamente a eleição de Denisson representou para os professores de Simão Dias um diferencial, mais que isso, uma grande esperança de que um novo modelo de administração se instalará na alvissareira Simão Dias. Os sinais disso ainda não são visíveis. No entanto, as esperanças murcharam, e o que se sobressaem nesse momento, é a decepção e a consciência de que a luta continuará, e que agora a disputa de projetos é contra dois antigos militantes da educação.
O Prefeito Denisson Deda e o Secretário de Educação Marcelo Domingos poderiam ser chamados de pioneiros. Não me lembro na história de Sergipe um município em que dois ex-militantes da luta dos trabalhadores em educação tenham tido uma oportunidade dessa monta. Em cargos estratégicos, eles demonstram uma apatia, um enorme apego ao passado, uma ausência de prioridade com a educação, e só levantam a voz e enchem os textos de palavras para atacar os professores e suas lideranças.
Não há como negar que este ano muitas prefeituras tiveram uma arrecadação menor que a do ano passado, mas que esta queda de receita vem sendo compensada com recursos do Governo Federal. É neste momento que deveria aparecer o novo: o diálogo incessante com o movimento sindical, a transparência absoluta, e o rompimento com as velhas práticas arbitrárias, de tomadas de decisões sem discussão com os interessados.
O Prefeito se reuniu com o Sintese, convenceu-se que teria que cumprir a lei do piso, definiu um percentual de comprometimento da receita de fundeb, fechou um acordo, e dias após, não se sabe se já impregnado das velhas práticas, desdisse tudo, como se ainda fosse um assessor , que precisava do aprove do grande chefe.
O principal argumento do prefeito é que o município de Simão Dias extrapolou o limite de gasto com folha de pagamento dos servidores. Mas de quais servidores o prefeito fala? Quanto eles recebem? Onde eles estão lotados? O que fazem? Por que os trabalhadores não têm acesso a essas folhas, já que elas sintetizam a causa de sua pena de morte?
O Prefeito sem discussão com os professores, resolveu também dizer que já estava pagando piso salarial, complementando a remuneração de professores de nível médio com abono salarial, semelhante ao que havia feito em Janeiro desse ano o Governador Deda. Ocorre que o próprio governador foi convencido pelos professores de que estava em ilegalidade, e acabou negociando uma proposta de piso, conforme a lei.
Ainda não tive a oportunidade, esse ano, de pessoalmente estar com Denisson e Marcelo, não creio que são conservadores, mas estão atolados em uma estrutura conservadora, que sonega informações, esconde dívidas e prejudica os trabalhadores.
O Sintese tem apresentado ao prefeito e ao secretário de educação diversas alternativas para superação de problemas encontrados na rede municipal de Simão Dias. Alternativas estas, elogiadas pelo Secretário Marcelo Domingos, que cansado de elogiar as propostas e sem praticá-las, pois não há operacionalidade lá, resolveu escrever textos, longos, bem escritos, mas que parecem uma catarse da apatia, mesclados de teses e tons filosóficos e psicológicos de como culpabilizar as lideranças sindicais pelo fracasso, até então, da gestão.
Aos meus ex-companheiros de luta sindical, desejo-lhes que alterem imediatamente a forma de administrar o município, e se despreendam do velho. As elites são implacáveis com eles próprios, imaginem com os que não são. Exemplo vivo estamos a acompanhar o do Presidente deposto de Honduras. Ele pertence a mesma elite dos que lhe depuseram, que detonaram a democracia porque Zelaia resolveu governar para os pobres, e assim foi considerado um traidor. Mas Zelaia ao menos tem os pobres para defendê-lo.
Aos meus companheiros professores e professoras de Simão Dias continuem firmes na luta, vocês estão corretos, sempre lutaram e vão continuar lutando pelo desenvolvimento da educação e da cidade que vocês residem e trabalham, e sempre vencerão, apesar dos obstáculos, os que lutam pelo bom, pelo justo, pelo melhor do mundo.
Joel Almeida
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